Empresas — quem é nacional e quem representa o estrangeiro

Os maiores fornecedores de TI do setor público, investigados um a um (site, quem representam). Clique na empresa para ver a evidência. Como classificamos →

O disfarce é da empresa, não erro nosso. Investigamos os maiores fornecedores um a um — site, LinkedIn, quem representam e até a infraestrutura. Exemplo: a GREEN4T vende "datacenter soberano", mas roda o próprio e-mail no Microsoft 365 e o site na Cloudflare (EUA) — então entra como revenda/dependente, não como soberana. Quando uma empresa de nome brasileiro apenas revende produto estrangeiro ou esconde controle acionário externo, a classificação reflete a realidade dela. Critério: qualquer indício de representar interesse estrangeiro → não soberano. Cada linha traz a evidência (coluna Fonte); discorda de uma? Abra uma issue. Detalhes na Metodologia.
⚠ Verba de TI indo para empresas de outro setor. em contratos classificados como TI foram pagos a empresas de saúde, segurança, construção, ONGs e afins — que não têm fornecimento de TI como atividade. Isso aponta para TI embutida em contratos de outro setor, com um desmembramento pouco transparente. Não é acusação de crime — é uma anomalia que merece investigação.

O Estado deveria reorganizar essas contratações para que o desenvolvimento, a implementação, a gestão e o monitoramento do software não fiquem escondidos dentro de contratos de saúde, limpeza ou obras — e sim sejam feitos por empresas nacionais com real compromisso com a soberania do país.

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empresas — no total. Investigamos os ~300 maiores (71% do gasto); o resto da cauda ainda não foi investigado.

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